14 Fev

escrito por Anna Cristina

08 Fev

HORÁRIO DE AULAS – 2017.1

SEGURANÇA NO TRABALHO

3°MA -HORARIO DE AULA – 3ª PERÍODO – 3MA – NASSAU PETROLINA – SEGURANÇA NO TRABALHO

3°NA – HORARIO DE AULA – 3ª PERÍODO – 3NA – NASSAU PETROLINA -SEGURANÇA NO TRABALHO

LOGÍSTICA

3°NA – HORÁRIO DE AULA – 3 PERIODO NA – NASSAU PETROLINA – LOGISTICA

GESTÃO COMERCIAL

3° NA – HORARIO DE AULA – 3 PERÍODO 3NA – NASSAU PETROLINA – GESTÃOCOMERCIAL

escrito por Anna Cristina

26 Jan

escrito por Anna Cristina

26 Jan

Prezados alunos, não percam o prazo de renovação de matricula, estamos na reta final. Lembrem que aguardamos todos para um semestre cheio de muito aprendizado.

escrito por alvaro.pinto

24 Jan

Brasil vive maior surto de febre amarela em 14 anos

O Brasil vive o maior surto de febre amarela em 14 anos. Até hoje (24), foram confirmados 70 casos da doença, com 40 mortes. Desse total, 21 são de pacientes que apresentaram os primeiros sintomas em meados de dezembro. O maior número de casos até então havia sido em 2003, quando foram confirmados 64 pacientes com febre amarela. Há ainda no país outros 364 casos em investigação, incluindo 49 óbitos.

Além do aumento expressivo do número de casos, a doença atinge um número maior de Estados e municípios neste ano. Em 2003, com o surto em Minas, os casos se espalharam por menos de 20 municípios do Estado.

Agora, pelo menos 40 cidades apresentam registros de pacientes com suspeita da infecção. Há notificações também em Espírito Santo, Bahia e São Paulo. No total, 60 cidades do país já relataram casos suspeitos.

“Não há dúvidas de que os casos vêm em maior número e atingem uma área maior”, afirma o infectologista da Fundação Oswaldo Cruz, André Siqueira. Para ele, não há um fator único que explique a expansão.

Entre as causas estariam maior circulação do vírus, desmatamento e mudanças do clima que favorecem a proliferação dos mosquitos transmissores da forma silvestre da doença.

Ao jornal “O Estado de S. Paulo”, na terça-feira, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que o governo também analisa a tese de que o surto em Minas pode estar relacionado à tragédia do rompimento da barragem em Mariana, que afetou o equilíbrio ecológico do Rio Doce em 2015. “Isso é uma tese que está sendo desenvolvida e nós estamos aguardando eventual confirmação.”

A imunização em Minas é considerada baixa. Cerca de 50% da população está vacinada contra febre amarela.

Em São Paulo, onde também há casos (veja ao lado), o índice chega a 80%. O coordenador de Controle de Doenças da Secretaria de Saúde de São Paulo, o infectologista Marcos Boulos, no entanto, afirma ser necessário atingir a marca de 95% em áreas consideradas de risco. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

escrito por alvaro.pinto

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